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A mostrar mensagens de Julho, 2018

O melhor Pesto que comi nos últimos anos

E fui eu que fiz! Caramba, que bom que estava! Este molho de origem Italiana, mais precisamente de Génova, tem como ingrediente principal o manjericão. Não tendo o manjericão genovês tinha o manjericão da Quinta Vale Verde, que trouxe da Experiência Bio, do passado dia 21 de julho. Ainda não vos falei sobre o assunto, aqui, mas prometo fazê-lo brevemente. Pergunta: E então porque ficou tão bom? Resposta: Porque o manjericão era uma delícia. Se as fotografias libertassem cheiro tenho a certeza que seria mais fácil de se perceber o que estou a dizer. Antes de vos dizer como se faz, quero falar-vos da textura do pesto. Eu gosto dele mais consistente, daí ser pouco cuidadosa ao triturar os ingredientes. Se preferirem um pesto mais cremoso e uniforme, triturem antes os frutos secos e ralem o parmesão. Fica a dica. Vamos então cozinhar! Para um frasco de 200gr de pesto vão precisar: - 100 gr de folhas de manjericão - 1 chávena de cajús torrados (pode ser pinhões ou avelãs) - 125 gr de

Um pequeno-almoço reforçado para dias mais descansados

Até parece contraditório mas o reforço vem da disponibilidade de tempo para quem está de férias. Se não estiver aproveite para se mimar durante o fim-de-semana, ou então por mãos à obra e começar o dia da melhor forma. Não demora assim tanto a fazer, mas sabe bem comer com calma! Vamos então saber o que temos para esta segunda-feira. Se acompanharam o instagram e o facebook , viram que no sábado decorreu o Workshop Bio na Quinta Vale Verde. Mas sobre isso farei um post mais completo e detalhado. Foi muito bom e inspirador.  Estar em contacto com a terra e ver os vegetais a crescer fez-me perceber (ainda mais) o porquê desta minha paixão pela comida.  Tive a sorte de trazer comigo alguns ingredientes de produção biológica da Quinta Vale Verde, neste caso, a rúcula, o tomilho e a curgete. Trouxe outras coisas deliciosas mas para esta receita fui o que usei. Vamos então cozinhar. Não tenho nome para este prato mas poderei dizer que foi uma omelete de curgete, ma

O Anthony Bourdain morreu já sabiam, não já?

Faz amanhã um mês. E a pergunta que me faço é : como é que ficaste tão triste por esta morte rapariga? Recebi uma mensagem no telemóvel, estava eu a trabalhar, concentrada e com alguma responsabilidade. Quando vi a mensagem o meu cérebro parou. Primeiro pensamento: pois… deve ter sido de enfarte ou cirrose, de tanto que comia e bebia. Caraças na mesma, mas aproveitou bem a vida dentro daquilo que gostava muito. Depois veio a forma como tinha morrido: suicidou-se. Aí acho que tive uma descarga emocional, não!!! Não pode ser! Eu não o conhecia, nunca falei com ele, nada. Era meu conhecido da televisão como tantas outras figuras públicas. Mas porquê? O Anthony Bourdain era uma referência para mim. Tinha nele tantas causas e tanta inteligência e tanta boa forma de comunicar e era apreciador de comida e era um homem que se expunha nas suas fraquezas e devaneios e eu via nele um modelo a seguir. Não falo da parte das drogas mas até isso, e à minha escala, ajudou-me a por no síti

Broas/bolachas de arandos e nozes

Nesta época de idas à praia, piqueniques e saídas mais prolongadas não tenho outro remédio senão andar carregada com farnel. Acho que já vos disse mas, os meus filhos têm um buraco no lugar do estômago e parece que dão dois passos e já gastaram o que comeram antes desses dois passos. Adiante, as bolachas são das “espécies” alimentares as mais requisitadas e pedidas por eles. Posso estar carregada de fruta, iogurtes, pão… que a pergunta é sempre esta: não trouxeste bolachas mãe? Esta semana resolvi por a mão na massa e daí resultaram estas broas que podem ficar em bolachas caso vocês tenham mais jeito do que eu. Garanto-vos que o sabor é ótimo e a sua textura areosa muito convidativa a comer uma ou quatro.😁😁 Então vamos lá saber como fiz estas bolachas de arandos e nozes! Ingredientes: - 100 gr de açúcar de coco - 100 gr de manteiga sem sal - 200 gr de farinha de trigo - 1 ovo - sementes de uma vagem de baunilha - uma mão cheia de arandos - uma mão cheia de nozes Co