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Mensagens

Compota é quando o Homem quiser

Mais ou menos como o Natal mas mais docinho. Digo isto porque as compotas e os doces, na gestão caseira, são normalmente feitos para aproveitar a fruta em excesso e quando esta tem de ser conservada porque já não está no seu estado de frescura ideal. Ora pois bem, fazer compota com fruta fresca fica muito bom e não tem mal nenhum. Heheh Mais uma vez sem regra, mas é o que eu aconselho, é fazer no mínimo com dois quilos de fruta até porque vai reduzir um pouco (cerca de 1,300 kg). Assim, já ficam com uma boa dose e se quiserem oferecer acreditem que ninguém vai ficar aborrecido. O bom de fazer compota em casa é termos noção da quantidade de açúcar que colocamos, neste caso para 2kg de fruta usei 300gr de açúcar. E para a próxima vou experimentar reduzir mais 50 gramas. Vamos então saber como fiz esta compota de maçã, morango, limão, canela e estrela de anis. Descasquei e parti aos cubos um quilo de maçã (escolham a vossa preferida). Lavei, tirei a rama e parti em metades um...

As minhas desculpas esfarrapadas

A poucos dias de mudar o número de anos de vida dou por mim a pensar que ao longo destes anos de existência acumulei uma série de desculpas (para mim mesma) que fizeram com que o meu livre arbítrio estivesse sempre condicionado. Atenção que não estou a culpar ninguém, este processo é meu e as coisas más e boas que dele retiro são para o meu bem e crescimento. Nós somos sempre capazes de fazer mais e melhor se assim o quisermos. Se acabarmos com as desculpas esfarrapadas. Se considerarmos que o nosso bem-estar vai sair reforçado dessas situações, mesmo que dê medo ou preguiça ou outros entraves. Estou a fazer exercício físico regularmente (pelo menos 3x por semana) há dois meses e tudo o que eu achava impossível nem está (perto de) a acontecer. Ora vejamos: - Não tenho tempo para mais uma cosa na minha vida; - Se me puser a fazer exercício ainda vou chegar a casa mais cansada; - Vou ficar suada que nem uma perdida e este cabelo indomável vai ficar ainda pior; - Ginásio não é para ...

Salada de polvo à minha e/ou à vossa maneira

O polvo, a par do bacalhau, é um ingrediente primordial na gastronomia portuguesa. Na Madeira, o polvo de escabeche e o polvo de cebolada assumem a forma principal de ser consumido na gastronomia regional. Eu gosto de polvo pela principal razão que é delicioso, mas também porque é muito versátil e dá um jeitão para vários pratos e refeições variadas. Depois de cozinhado ( vejam aqui como o faço ), tem inúmeras aplicações e, caso seja em grandes quantidades, podem congela-lo depois de cozido e ficam com um trunfo na manga quando quiserem preparar refeições mais rápidas. Foi o que aconteceu com esta salada de polvo. Como já o tinha cozinhado acabei por fazer esta saladas em 15 minutos. Vou então explicar como fiz. Para a travessa onde ia servir a salada laminei uma cebola pequena. Depois um pimento laranja e um quarto de pimento vermelho. Um tomate. Depois entrou o polvo. Parti aos cubos mas o tamanho destes fica ao vosso critério. Um molho de coentros pi...

Ratatouille, o prato que convenceu o mais temido dos críticos

Quem gosta de cozinhar e tudo o que envolve este meio, com certeza, não deixou passar ao lado o filme animado “Ratatui”. Este filme representa, de certa forma, o que acredito ser o poder da comida: uma experiência, um prazer. A ideia do seu criador foi fantástica e deixo aqui um grande abraço ao Brad Bird, autor e realizador do filme. Hehe Resumindo, o grande e temido crítico gastronómico de França, Anton Ego, é surpreendido por um prato de ratatoille servido pelo mais improvável cozinheiro, não só da França, mas de todo o mundo: um rato de seu nome Remy. Como já referi, a comida tem esse poder: de nos transportar, de nos avivar memórias, de nos unir, de nos dar prazer. Bons ingredientes aliados a uma boa confeção fazem da comida um deleite. Bem, vou parar de divagar e vos explicar como fiz o meu Ratatouille. Talvez deva explicar que este prato francês, mais concretamente da Provença, é um guisado de legumes em que se notam influências espanholas e italianas. O nome signif...

Mafalda Freitas - Madeira Viva (Ep.12)

Ontem foi dia de apresentar uma proposta para estes dias que se prevêem longos e mais quentes. Os petiscos chegaram para ficar e por isso os tremoços fritos e a pasta de feijão branco com especiarias foram as estrelas da noite. Fica também uma sugestão para usar as tortilhas de uma forma diferente - estaladiças. Espero que gostem da sugestão. Mafalda

Dia Nacional de Luta Contra a Obesidade

O Dia Nacional de Luta Contra a Obesidade é celebrado no penúltimo sábado do mês de maio, este ano a 19 de maio, portanto hoje! “O dia visa sensibilizar a população para o problema da obesidade e das doenças associadas, assim como das implicações da obesidade na saúde humana. A data pretende ainda promover a prática de exercício físico, de forma a prevenir o aumento da obesidade, em especial a infantil e juvenil, assim como incentivar a adoção de hábitos alimentares saudáveis. Considerada pela Organização Mundial de Saúde como a "epidemia do século XXI", a obesidade é uma doença crónica de armazenamento excessivo de gordura corporal. Encarada como um dos maiores problemas de saúde pública mundial, a obesidade é a segunda causa de morte passível de prevenção, logo a seguir ao tabagismo. Em Portugal, a obesidade foi reconhecida oficialmente como doença crónica a 25 de março de 2004. Foi também neste ano de 2004 que se celebrou pela primeira vez esta data”. Informação retirada...

Restos à La Carte

Com o fim da semana a chegar devem dar por vocês com alguns “restos” todos bem arrumadinhos no frigorífico. É normal, digo eu, pelo menos tendo em conta a minha experiência. Gostando de cozinhar e estar sempre a pensar no que vou fazer, as sobras são sempre uma forma de dar descanso a mim mesma. A meu ver, uma refeição de aproveitamentos não tem mal nenhum e dá uma pausa na rotina de quem cozinha todos os dias. Eu tinha, nas minhas “arrumações” sobras de arroz de feijão e sobras de arroz branco que se deixasse muito mais tempo iam acabar no lixo. Se não sabem eu digo-vos: não gosto nada, mas mesmo nada, de deitar comida fora. E então fiz o seguinte: Coloquei os dois tipos de arroz num pirex de ir ao forno e misturei-os. Já o tinha pré aquecido a 200º e coloquei o arroz para que aquecesse um bocadinho. Passados uns 5 minutos retirei do forno e abri 4 buracos com a ajuda de uma colher. Nesses buracos coloquei um ovo com uma pitada de sal. Levei ao forno mais uns 5 ...