Avançar para o conteúdo principal

Morangos com chocolate, o ideal para quem gosta de morangos e de chocolate



Se não gostarem, como me parece óbvio, este post não é para vocês 😀

Também se, só gostarem de um dos ingredientes, podem come-lo em separado. Esta "receita" para além de simples dá para todos os gostos. É quase como um estar vivo ser o contrário de estar morto. Uma verdade absoluta!😎

Lá em casa é tudo muito fã destes dois ingredientes por isso foi fácil escolher o mimo que lhes quis fazer para sobremesa.

Na minha casa não há espaço para grandes extravagâncias alimentares tirando os dias de festa. Há sempre sopa, primeiro prato e sobremesa, sendo que a sobremesa é fruta mas sem caldas, nem açúcar nem chantili. Fruta no seu estado puro (já faço a ressalva que nem sempre é biológica, nem de época, nem de proximidade, tento que seja, mas na maior parte das vezes é fruta).

Os ingredientes para esta receita são: morangos e…. alguém adivinha?.... chocolate!

Como fiz:

Coloquei 120 gr de chocolate preto (70% cacau) a derreter em banho-maria: uma panela com água e um tacho que fica por cima onde o chocolate vai derreter.

Entretanto já tinha lavado e tirado o pé a 8 morangos, a dose que considerei razoável para uma sobremesa: 2 morangos por pessoa. Esta quantidade fica ao vosso critério.

Quando o chocolate derreteu, rebolei os morangos por forma a ficarem cobertos. Para facilitar este processo e depois para ficar mais giro ao servir usei palitos grandes.

Deixei solidificar sobre uma folha de papel vegetal para que não ficasse tudo cheio de chocolate. Assim fica mais fácil limpar.

Servi-os dentro de um frasco. Eu como gosto do contraste do doce e do salgado polvilhei os morangos com flor de sal. Eu e o Manuel gostamos desta combinação já o Luis e o Vasco acho que preferiam sem sal.

Fica a nota em forma de sugestão.

Espero que gostem da ideia e experimentem fazê-la. É saborosa e dá aquele mimo extra à sobremesa e aos rapazes (e a mim também).

Boa sexta e bom fim-de-semana.
Mafalda

Comentários

Mensagens populares deste blogue

Vou vender o “meu” pólinho

Sendo uma pessoa que se liberta bem daquilo que não precisa, existem duas coisas que me fazem confusão mudar: a casa e o carro. Talvez por serem bens mais caros e de certa forma mais permanentes e que por isso mesmo estão associados a memórias, vivências e experiências.

Este Volkswagen Polo 1.2 como a marca o chama é o “meu pólinho” do qual pretendo me separar. Como toda a separação sei que é para melhor mas tem o seu momento de luto.

Ora vejamos, este é o meu segundo carro. O primeiro foi um Smart for Two que tive de vender porque engravidei do Vasco e precisava de mais espaço. Como podem ver sou uma mulher de relações duradoras.

Não foi amor à primeira vista porque estava muito apegada ao Smart e custou-me deixá-lo ir. Todavia aos poucos deixo-o entrar na minha vida e aproveitei todas as vantagens que este carro me trouxe. É um carro fácil de conduzir, de estacionar e muito económico (é a gasolina 95). Sairá das minhas mãos muito estimado e tratado com muito carinho.

Assim sendo, está c…

A minha Mãe faz anos mas não gosta que se diga

Então não vou dizer!

A minha mãe, que toda gente sempre julgou ser minha irmã ou minha amiga, faz anos hoje. Tenho a sorte de ser filha de uma mãe jovem; com isso hei-de usufruir da sua companhia por muitos e muitos anos.

Entra hoje numa década que, não há muito tempo, dar-lhe-ia o ‘estatuto’ de velhinha, sentenciada ao facto de que a vida já tinha lhe dado o que tinha que dar. Nada mais errado: é uma mulher ativa, viajada, uma craque nas futeboladas com os netos e, acima de tudo, capaz de pôr tudo a mexer sem que dêmos conta.

Tem um jeito natural para as artes e é a pessoa mais arrumada e organizada que conheço.

Era a grande organizadora das minhas festas de aniversário. Todos os anos se esmerava em me dar e fazer coisas bonitas.

A minha mãe era a minha aliada na adolescência, pondo muitas vezes à sua responsabilidade as minhas saídas mais tardias.

Ficou feliz e preocupada nos meus partos e acredito que tenha sofrido horrores até alguém lhe dizer que estava tudo bem.

Já rimos, já ch…

Douradinhos de fazer inveja ao Capitão Iglo

Antes de 1993, ano que foi lançado o anúncio televisivo dos Douradinhos do Capitão Iglo, onde este oferecia o seu tesouro a uma tribo de índios, toda a gente comia peixe panado. A verdade é que a campanha pegou e o nome douradinhos também. De certa forma, foi a maneira de as crianças comerem peixe sem que fosse um drama.

Felizmente, as coisas mudaram e comer peixe deixou de ser um problema, ainda que quando ele aparece no prato os miúdos fiquem a olhar para mim com um ar desolado. Paciência que é bom e faz bem!

Eles gostam de douradinhos por isso decidi fazê-los à minha maneira.

Como já referi, os douradinhos são peixe panado. Ao fazê-los em casa, garantimos que não levam conservantes e sabemos exatamente quais os ingredientes que vamos ingerir.

Para 4 pessoas usei:
500 gr de filetes de pescada
2 ovos
100 gr de panko (pão ralado japonês)
50 gr de queijo parmesão
15 gr de coentros frescos

Como fiz:
Pré-aqueci o forno a 200º

Forrei um tabuleiro com uma folha de papel vegetal

Cortei o p…