Avançar para o conteúdo principal

Porco com molho de ostra e ananás


E mais uma semana começa e ao que parece os dias de verão chegaram em março. Menos mau que isto de ser segunda-feira dá cabo de uma pessoa!

Mas… se ao mesmo tempo segunda é difícil deixo-vos aqui uma receita bem boa e docinha para tirar este “amargo na boca”.

Este porco com molho de ostra e ananás é quase um fast-food em modo bom, que não vos vai tirar muito tempo a preparar e, ainda, se não tiverem carne de porco, frango ou peru ficam muito bem nesta receita.

Então vamos lá!

Comecei por preparar os ingredientes todos que assim fica mais fácil.

Piquei em cubos 400gr de lombo de porco, duas cebolas roxas, dois dentes de alho, coentros (talos e folhas) e 200 gr de ananás (este é bem docinho).

Numa frigideira wook coloquei um fio de azeite e coloquei a refogar a cebola cortada grosseiramente com os talos de coentros e o alho. Costumo por o alho só mais para o final mas neste caso não queria a cebola muito cozinhada.

Por isso quando o alho começou a ficar lourinho coloquei os cubos de carne e deixei fritar de todos os lados. Logo depois, juntei o ananás. Sempre a mexer. 


Nesta fase acrescentei uma pitada de sal, 3 colheres de sopa de molho de ostra e pimenta Sichuan. 


Deixei ganhar um pouco de sabor e provei a ver se a carne já estava cozinhada: é esse o indicador de tempo. Como já estava, espremi um limão e juntei 3 colheres de sopa de maple syrup (podem usar mel ou agave), envolvi bem, juntei as folhas de coentros frescos e a refeição ficou pronta.

Servi com arroz branco.

Se não gostarem e fruta na comida não ponham o ananás ou se gostam e querem por outra aconselho a manga. Podem também aprimorar a receita usando pimentos coloridos. Só ficam a ganhar.
Espero que gostem da sugestão e que vos inspire para outras aventuras culinárias.

Boa semana para todos!
Mafalda

Nota: a pimenta Sichuan encontra-se aqui.

O Molho de Ostra aqui.


 


Comentários

Mensagens populares deste blogue

Vou vender o “meu” pólinho

Sendo uma pessoa que se liberta bem daquilo que não precisa, existem duas coisas que me fazem confusão mudar: a casa e o carro. Talvez por serem bens mais caros e de certa forma mais permanentes e que por isso mesmo estão associados a memórias, vivências e experiências.

Este Volkswagen Polo 1.2 como a marca o chama é o “meu pólinho” do qual pretendo me separar. Como toda a separação sei que é para melhor mas tem o seu momento de luto.

Ora vejamos, este é o meu segundo carro. O primeiro foi um Smart for Two que tive de vender porque engravidei do Vasco e precisava de mais espaço. Como podem ver sou uma mulher de relações duradoras.

Não foi amor à primeira vista porque estava muito apegada ao Smart e custou-me deixá-lo ir. Todavia aos poucos deixo-o entrar na minha vida e aproveitei todas as vantagens que este carro me trouxe. É um carro fácil de conduzir, de estacionar e muito económico (é a gasolina 95). Sairá das minhas mãos muito estimado e tratado com muito carinho.

Assim sendo, está c…

A minha Mãe faz anos mas não gosta que se diga

Então não vou dizer!

A minha mãe, que toda gente sempre julgou ser minha irmã ou minha amiga, faz anos hoje. Tenho a sorte de ser filha de uma mãe jovem; com isso hei-de usufruir da sua companhia por muitos e muitos anos.

Entra hoje numa década que, não há muito tempo, dar-lhe-ia o ‘estatuto’ de velhinha, sentenciada ao facto de que a vida já tinha lhe dado o que tinha que dar. Nada mais errado: é uma mulher ativa, viajada, uma craque nas futeboladas com os netos e, acima de tudo, capaz de pôr tudo a mexer sem que dêmos conta.

Tem um jeito natural para as artes e é a pessoa mais arrumada e organizada que conheço.

Era a grande organizadora das minhas festas de aniversário. Todos os anos se esmerava em me dar e fazer coisas bonitas.

A minha mãe era a minha aliada na adolescência, pondo muitas vezes à sua responsabilidade as minhas saídas mais tardias.

Ficou feliz e preocupada nos meus partos e acredito que tenha sofrido horrores até alguém lhe dizer que estava tudo bem.

Já rimos, já ch…

Douradinhos de fazer inveja ao Capitão Iglo

Antes de 1993, ano que foi lançado o anúncio televisivo dos Douradinhos do Capitão Iglo, onde este oferecia o seu tesouro a uma tribo de índios, toda a gente comia peixe panado. A verdade é que a campanha pegou e o nome douradinhos também. De certa forma, foi a maneira de as crianças comerem peixe sem que fosse um drama.

Felizmente, as coisas mudaram e comer peixe deixou de ser um problema, ainda que quando ele aparece no prato os miúdos fiquem a olhar para mim com um ar desolado. Paciência que é bom e faz bem!

Eles gostam de douradinhos por isso decidi fazê-los à minha maneira.

Como já referi, os douradinhos são peixe panado. Ao fazê-los em casa, garantimos que não levam conservantes e sabemos exatamente quais os ingredientes que vamos ingerir.

Para 4 pessoas usei:
500 gr de filetes de pescada
2 ovos
100 gr de panko (pão ralado japonês)
50 gr de queijo parmesão
15 gr de coentros frescos

Como fiz:
Pré-aqueci o forno a 200º

Forrei um tabuleiro com uma folha de papel vegetal

Cortei o p…