Avançar para o conteúdo principal

Hambúrguer de frango e o desafio dos 8 dias sem trigo


De hoje até a próxima quarta feira decorre o desafio lançado pela minha amiga Nádia Brazão que é nutricionista do Plano D que consiste numa semana sem trigo. Podem espreitar no Nutrição em Blogue quais as regras e sugestões e se quiserem participar ainda vão a tempo.
Assim sendo a ideia é partilhar receitas e sugestões que possam facilitar a vida de quem está neste desafio ou até de quem deseja comer menos este cereal e para todos vocês que me seguem com tanto carinho.

A minha sugestão de hoje é um hambúrguer de frango com alguns acompanhamentos. Como sabem rigidez não é mesmo a minha tónica e como tal deixo-vos apenas uma sugestão base para depois criarem à vossa maneira.

Na bimby refoguei dois dentes de alho, uma cebola, meio pimento vermelho, paprica fumada com um fio de azeite durante 5 minutos. Depois acrescentei três peitos de frango e triturei até ficar uma pasta. Reservei no frigorífico durante uma meia hora. Depois passei por uma frigideira grelhadora até estar no ponto.

Hambúrguer no prato, fatias de tomate, rúcula, rabanetes, parmesão, e um fio de balsâmico. E como não faço tudo de uma só vez lembrei-me dos pickles e acrescentei.

Jantarinho bom!
Espero que gostem da sugestão.
Mafalda

Comentários

Mensagens populares deste blogue

Vou vender o “meu” pólinho

Sendo uma pessoa que se liberta bem daquilo que não precisa, existem duas coisas que me fazem confusão mudar: a casa e o carro. Talvez por serem bens mais caros e de certa forma mais permanentes e que por isso mesmo estão associados a memórias, vivências e experiências.

Este Volkswagen Polo 1.2 como a marca o chama é o “meu pólinho” do qual pretendo me separar. Como toda a separação sei que é para melhor mas tem o seu momento de luto.

Ora vejamos, este é o meu segundo carro. O primeiro foi um Smart for Two que tive de vender porque engravidei do Vasco e precisava de mais espaço. Como podem ver sou uma mulher de relações duradoras.

Não foi amor à primeira vista porque estava muito apegada ao Smart e custou-me deixá-lo ir. Todavia aos poucos deixo-o entrar na minha vida e aproveitei todas as vantagens que este carro me trouxe. É um carro fácil de conduzir, de estacionar e muito económico (é a gasolina 95). Sairá das minhas mãos muito estimado e tratado com muito carinho.

Assim sendo, está c…

A minha Mãe faz anos mas não gosta que se diga

Então não vou dizer!

A minha mãe, que toda gente sempre julgou ser minha irmã ou minha amiga, faz anos hoje. Tenho a sorte de ser filha de uma mãe jovem; com isso hei-de usufruir da sua companhia por muitos e muitos anos.

Entra hoje numa década que, não há muito tempo, dar-lhe-ia o ‘estatuto’ de velhinha, sentenciada ao facto de que a vida já tinha lhe dado o que tinha que dar. Nada mais errado: é uma mulher ativa, viajada, uma craque nas futeboladas com os netos e, acima de tudo, capaz de pôr tudo a mexer sem que dêmos conta.

Tem um jeito natural para as artes e é a pessoa mais arrumada e organizada que conheço.

Era a grande organizadora das minhas festas de aniversário. Todos os anos se esmerava em me dar e fazer coisas bonitas.

A minha mãe era a minha aliada na adolescência, pondo muitas vezes à sua responsabilidade as minhas saídas mais tardias.

Ficou feliz e preocupada nos meus partos e acredito que tenha sofrido horrores até alguém lhe dizer que estava tudo bem.

Já rimos, já ch…

Douradinhos de fazer inveja ao Capitão Iglo

Antes de 1993, ano que foi lançado o anúncio televisivo dos Douradinhos do Capitão Iglo, onde este oferecia o seu tesouro a uma tribo de índios, toda a gente comia peixe panado. A verdade é que a campanha pegou e o nome douradinhos também. De certa forma, foi a maneira de as crianças comerem peixe sem que fosse um drama.

Felizmente, as coisas mudaram e comer peixe deixou de ser um problema, ainda que quando ele aparece no prato os miúdos fiquem a olhar para mim com um ar desolado. Paciência que é bom e faz bem!

Eles gostam de douradinhos por isso decidi fazê-los à minha maneira.

Como já referi, os douradinhos são peixe panado. Ao fazê-los em casa, garantimos que não levam conservantes e sabemos exatamente quais os ingredientes que vamos ingerir.

Para 4 pessoas usei:
500 gr de filetes de pescada
2 ovos
100 gr de panko (pão ralado japonês)
50 gr de queijo parmesão
15 gr de coentros frescos

Como fiz:
Pré-aqueci o forno a 200º

Forrei um tabuleiro com uma folha de papel vegetal

Cortei o p…