Avançar para o conteúdo principal

Vegetariano, sem hidratos mas bom que se farta!


Como já vos tinha falado ando a tentar tirar uns quilos de cima de mim e como tal as refeições (pelo menos as minhas) têm tido algumas restrições. No entanto, e também como já vos disse, ninguém muda hábitos se não gosta da comida que está no seu prato.

Eu sei tudo o que se tem de fazer e por norma as minhas refeições, e as de casa, têm sempre doses e porções equilibradas de todos os nutrientes que precisamos para ter uma alimentação saudável. Mas quando se quer perder peso não basta comer saudável é necessário fazer algumas restrições calóricas e é isso que tenho feito.

Queria partilhar convosco este tabuleiro de cogumelos e vegetais assados no forno. É uma boa forma de comer rápido e bem. O tempo que nos leva a fazer é basicamente a preparação, que depois o forno trata de tudo.
Pré-aquecer o forno a 200º

O que usei:

- 300 gr de cogumelos frescos
- 8 rabanetes
- 1 bolbo de funcho
- 1 rama de tomate cereja
- 4 dentes de alho
- um polegar de queijo parmesão
- 1 molho de coentros
- sal, azeite e pimenta preta para temperar.

Forrei um tabuleiro de ir ao forno com uma folha de papel vegetal.

Lavei os vegetais e cortei a gosto e de formas diversas. Dispus no tabuleiro e tempereis com o alho, sal, azeite e pimenta preta.

Levei ao forno 15 minutos.
Nessa altura retirei o tabuleiro e acrescentei o queijo parmesão em cubos e deixei mais uns 10 minutos.

O tempo de assadura dos vegetais é relativo. Quem gostar deles mais al dente ponha menos tempo quem gostar mais assados deixe mais tempo.
25 minutos é o meu ponto ótimo.

Experimentem e caso seja pouco para a vossa refeição façam deste tabuleiro um delicioso acompanhamento. Sintam-se à vontade para mudar os vegetais. Tenho outras sugestões aqui no blogue:

Da horta para a mesa passando pelo forno

Ainda se lembram do azeite de hortelã?

Mafalda

Comentários

Mensagens populares deste blogue

Tudo sobre a minha relação com o Cristiano Ronaldo

Não é de agora, já tem alguns anos e damo-nos lindamente, nunca discutimos, nunca houve ciúmes nem tivemos arrufos de família. A Dolores para mim foi sempre uma querida, tal como as irmãs e o irmão. Tem sido perfeito. Acima de tudo porque nunca nos vimos nem estivemos sequer a dois metros um do outro o que, de certa forma facilita, em muito, a boa saúde desta relação.
Aliás o mais próximo que estivemos foi esta montagem manhosa que fiz no paint.net 😁. A original é com a irmã Kátia.

Curioso que é este sentimento! Não é amor de amor, não é amor de mãe, não é amor de irmão nem de amigo, é sim uma admiração profunda que tenho por ele e nem sei bem explicar porquê. Já tive ídolos na adolescência, como por exemplo, o Michael Jordan mas nunca tive um sentimento de pertença em relação a este último como tenho pelo Cristiano Ronaldo.

Talvez por ser madeirense, talvez por admirar a sua história de vida e a coragem que teve (ele e os pais) no momento que com 10 anos saiu da Madeira para um mun…

Se me virem a correr, fujam! Deve ser alguma coisa bem grave

O título descreve o meu lamentável estado físico. Faz já uns largos anos que descurei esta parte de mim. Como vos disse, no início de março propus-me perder quatro quilos. Passado um mês, o resultado ficou pela metade, o que, vendo bem, não é assim tão mau. Não me pus a passar fome nem a fazer dietas loucas, porque sei muito bem que fazer dieta não é um tratamento de um mês mas sim uma mudança de hábitos de vida.

Este é um blogue de comida, como sabem, e sobre comida que nos conforta, faz bem e que seja prática para todos os dias. Mas mesmo a comer bem (isto é, não comer “porcarias”) e a fazer tudo certinho, passaram uns 10 anos desde que bastava meia dúzia de refeições ligeiras para o peso voltar ao normal.

Por incrível que pareça, tem sido desafiante, pois cozinho muito mais e com mais cuidado e programação. Deixo as refeições organizadas de um dia para o outro e parece que estou sempre nas compras e à volta dos tachos, porque não dá para comprar vegetais e frutas a granel. Para al…

39… é muita fruta

E muito champanhe e balões e confetes e banda e fogo-de-artifício e todo esse banzé digno de mais uma volta ao sol.

Menos, muito menos. Já fui bastante mais festeira do que sou hoje e, muito sinceramente, basta-me saber de saúde que já fico genuinamente feliz.

Começo este ano com a perfeita noção que tenho muito mais para agradecer do que reclamar e este sentimento tem vindo a ser reforçado ao longo do tempo.

Para uns sou velha para outros sou nova mas para mim é o que é e se cá cheguei só pode ser bom.
Tenho muito que me orgulhar: desde os meus filhos, ao meu trabalho, a este blogue e a todo o esforço e dedicação que deposito em todas estas tarefas.

Tento sempre fazer o bem, ser correta e cordial. Acredito que tudo isto venha em retorno: recebemos o que damos.

Em forma de desejo(s) e por esta ordem de importância:
- saúde
- amor (bom e verdadeiro)
- dinheiro no bolso (que dá sempre jeito)

Que nunca me falte:
- imaginação e motivação para continuar a cozinhar
- imaginação e motivação…